quinta-feira, 14 de abril de 2016

Atenção alunos

Hora do Enem

O Hora do Enem é um projeto pensado para você que vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio.

Tão certo quanto o átomo não é a menor porção da matéria, aqui você irá encontrar uma forma de estudar que se encaixa no seu perfil.

Pode escolher: dá para acompanhar o programa de TV, fazer simulados on-line, criar um plano de estudos adequado às suas necessidades, baixar vídeos ou ter tudo isso praticamente ao mesmo tempo!

Você vai acessar notícias, receber orientações de como se preparar para a prova, ver questões que já caíram nos anos anteriores comentadas por professores, conhecer estudantes que estão vivendo essa mesma etapa da vida e, assim, chegar ao dia do exame mais seguro e confiante.

O Enem

A educação transforma, abre caminhos, muda o mundo. É fácil perceber a lógica por trás dessa frase, não é? O conhecimento vai te levar longe, mas até chegar lá, você tem um baita trabalho pela frente. Muito estudo, muito do que se informar e muitas escolhas a fazer.

Ter em mãos o diploma universitário vai ser uma conquista e tanto e você pode dar o primeiro passo nessa direção, ao mandar bem na prova do Enem. A nota do exame é usada como critério de seleção por várias instituições de Ensino Superior públicas e privadas, ao substituir ou complementar o vestibular.

Ao participar do exame, você pode se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e concorrer às vagas oferecidas por instituições públicas. Pode também se candidatar às bolsas de estudo integrais e parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni) e ao financiamento de cursos superiores do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).







Atenção alunos

CADASTRO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PARA INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

A Escola SENAI “Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini” estará realizando cadastro de pessoas com deficiência para inserção no mercado de trabalho e capacitação profissional atendendo ao"Programa SENAI de Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho"


LOCAL PARA CADASTRAMENTO: 
Escola SENAI ‘‘Prof. Dr. Euryclides de Jesus Zerbini’’ 
 Av. da Saudade, nº 125 - Ponte Preta - Campinas - SP 

DATAS:  14/04 e 15/04 (Quinta e Sexta) 18/04 (Segunda), 19/04 (Terça) e 20/04 (Quarta) 09:00 às 12:00 - 13:00 às 16:00 


PRÉ-REQUISITOS: ter idade a partir de 15 anos - possuir qualquer tipo de deficiência: auditiva, visual, baixa visão, visão monocular, autismo, intelectual ou física ou ser reabilitado do INSS. 


DOCUMENTOS NECESSÁRIOS (TRAZER XEROX): CPF e RG - Laudo Médico - Comprovante de Endereço - Comprovante de Escolaridade 









quarta-feira, 13 de abril de 2016


Atenção professores

EDITAL DE CREDENCIAMENTO PARA  ATUAÇÃO no CENTRO ESTADUAL de EDUCAÇÃO  de JOVENS E ADULTOS- CEEJA 2016

            O Dirigente Regional de Ensino da Diretoria de Ensino Região de Campinas Leste torna pública a abertura de inscrição para o processo de credenciamento, seleção e atribuição de vagas das disciplinas GEOGRAFIA e MATEMÁTICA a docentes interessados em atuar no ano de 2016, no CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – CEEJA na escola “Paulo Decourt” jurisdicionada à Diretoria de Campinas Leste, nos termos das Resoluções SE 03/11, 75/13, 10/12 e 77/11 e 31/13.

I – PERÍODO DE INSCRIÇÃO
De 18/04/2016 a 20/04/2016
Das 8:30 às 11:30 h e das 13:30 às 16:00h.
Local: – Diretoria de Ensino Campinas Leste – Rua Rafael Sampaio, nº 485 – Vila Rossi, Campinas, SP. (SALA DO PLANTÃO DA SUPERVISÃO)

II – REQUISITOS PARA A INSCRIÇÃO
1. Ser titular de cargo, para atribuição de carga suplementar de trabalho, com no mínimo, 3 anos de experiência docente no Quadro do magistério da Secretaria de Estado da Educação;
2. Ser docente estável, (somente casos com horas de permanência), nos termos da Constituição Federal/88 e classificado no processo seletivo;
3. Ser docente ocupante de função-atividade (somente casos com horas de permanência), abrangidos pela Lei Complementar 1.010 /2007 – OFA categoria “F”, portador de diploma de licenciatura plena;
4. Ser inscrito para o processo de atribuição de aulas 2016/contratado, nos termos da LC 1093/09 – categoria “O”, portador de diploma de licenciatura plena;
5. Estar inscrito no processo anual de atribuição de classes ou aulas 2016 na Diretoria de Ensino Campinas Leste;

III – DOCUMENTOS PARA A INSCRIÇÃO (originais e cópias reprográficas simples)
1.     RG e CPF  (não pode ser a Carteira Nacional de Habilitação)
2.     Diploma ou Certificado de Conclusão de Licenciatura Plena/habilitação, acompanhado de Histórico Escolar
3.     Comprovante de inscrição informatizada para o processo de atribuição de aulas -2016 impresso em funcionalidade específica do sistema no endereço:  http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/
4.     Proposta de Trabalho versando sobre a política educacional do Estado de São Paulo voltada para o CEEJA, contemplando as especificidades do trabalho com alunos de EJA em cursos de atendimento individualizado com presença flexível.
OBS: TODOS OS DOCUMENTOS DEVEM SER ENTREGUES NO ATO DA INSCRIÇÃO. NÃO SERÃO ACEITOS DOCUMENTOS PARA INCLUSÃO POSTERIOR.

IV – PROCESSO SELETIVO
A seleção será feita pela equipe gestora do CEEJA, assistida pela Diretoria de Ensino, que avaliará o perfil, responsabilidade profissional e os índices de pontualidade, assiduidade, dedicação, envolvimento e participação nas atividades escolares
Será composta de três (3) etapas:
1.     Entrega de documentação prevista no edital;
2.     Proposta de Trabalho: máximo de 10 (dez) pontos.
3.     Entrevista (atendimento ao perfil): máximo de 10 (dez) pontos.

V – ENTREVISTAS DOS DOCENTES CREDENCIADOS:
Entrevista valendo 0 (zero) a 10 (dez) pontos, devendo o candidato obter, no mínimo 5,0 (cinco) pontos, para poder atuar no CEEJA.
A entrevista dar-se-á seguindo os critérios da Resolução SE 77 de 06-12-2011, § 1º, artigo 14, itens 1, 2 e 3.
As entrevistas serão agendadas.

VI – CLASSIFICAÇÃO e ATRIBUIÇÃO DE AULAS:
Os candidatos inscritos serão classificados em ordem decrescente de pontuação levando em conta a somatória da pontuação alcançada nas três etapas do processo seletivo.
Observação:
1.     Em casos de empate de pontuação na classificação dos docentes, o desempate será efetuado na seguinte conformidade:
a)     Maior idade.
2.     A classificação dos candidatos será publicada no CEEJA;
3.     Caberá à Diretoria de Ensino a publicação geral dos inscritos quanto ao deferimento ou indeferimento das inscrições.

VII – DO PERFIL DOCENTE:
Espera-se do docente interessado em ministrar aulas nos CEEJA o seguinte perfil:
1 – de comprometimento com a aprendizagem do aluno, demonstrado mediante:
1.1- clima de acolhimento, equidade, confiança, solidariedade e respeito que caracterizam seu relacionamento com os alunos;
1.2 - alta expectativa quanto ao desenvolvimento cognitivo e à aprendizagem de todos os alunos;
1.3 - preocupação em avaliar e monitorar o processo de compreensão e apropriação dos conteúdos pelos alunos;
1.4 - diversidade de estratégias utilizadas para promover o desenvolvimento dos alunos;
2 – de responsabilidades profissionais, explicitadas pela:
2.1 - reflexão sistemática que faz de sua prática docente;
2.2 - forma como constrói suas relações com seus pares docentes e com os gestores da escola;
2.3 - participação em cursos de atualização e aperfeiçoamento profissional;
3 – de atributos pessoais sinalizados pelos índices de pontualidade, assiduidade, dedicação, envolvimento e participação nas atividades escolares.


VII – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
1. A inscrição do candidato importa no conhecimento do presente edital e aceitação das condições do processo seletivo.
2. Os casos omissos serão resolvidos pela Direção da Escola, em conjunto com Comissão de Supervisores.
3. Serão aceitas inscrições apenas para as disciplinas oferecidas pelo CEEJA.
4. Os docentes em exercício no CEEJA deverão cumprir a carga horária de 40 horas semanais, na seguinte conformidade:
·      32 aulas com alunos, distribuídas pelos 5 dias úteis da semana, de forma a contemplar, no mínimo, 2 turnos de funcionamento do CEEJA, com observância ao limite máximo de 9 aulas diárias;
·      3 aulas de trabalho pedagógico coletivo (ATPCs);
·      13 aulas de trabalho pedagógico em local de livre escolha.
5. Aplicam-se aos docentes em exercício nos CEEJAS as disposições da Res. SE  03/11 alterada pela Res. SE 10/12 e Res. SE 75/13.
6. Novas orientações publicadas pelos órgãos centrais da SEE poderão determinar alterações no presente edital.
7. O professor que, no exercício do CEEJA, deixar de corresponder às expectativas de um bom desempenho, em especial em termos de assiduidade e compromisso, perderá, a qualquer tempo, as aulas atribuídas.
8. É de inteira responsabilidade do candidato a busca por informações a respeito de data, horário e local da atribuição das aulas referentes ao Projeto e demais orientações a serem publicadas.




Campinas, 13 de abril de 2016.

Nivaldo Vicente
RG 19.124.239-1
Dirigente Regional de Ensino

 




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Atenção alunos

Alunos da rede estadual podem pedir redução da taxa do vestibular da Unesp

Categoria
Seleção para turmas do segundo semestre está marcada para os dias 11 e 12 de junho

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Conheça a “Hora do Enem”, ferramenta online de preparação para a avaliação nacional

Categoria
Plataforma abordará todo o conteúdo da maior avaliação do Brasil

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Estão abertas as inscrições para o curso profissionalizante do ProA

segunda-feira, 21 de março de 2016


Dissertação de Mestrado

O supletivo que nasceu na UNICAMP


Profª Viviane Brizante Mei

                               


Estudo de mestrado apresentado à Faculdade de Educação (FE) sobre a educação supletiva em Campinas mostrou que o Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos “Paulo Décourt” (CEEJA), cujo embrião foi a Unicamp, chegou à estadualização graças a uma grande demanda de alunos desde o princípio e que essa demanda ainda prossegue.
Segundo a autora, a historiadora Viviane Brizante Mei, em 1987, havia 1.194 interessados nas 300 vagas do curso de primeiro grau, oferecidas em 1988. O projeto foi uma reivindicação dos funcionários para ampliarem sua formação. “O tempo passou e a escola atende agora 1.043 alunos do ensino médio e 393 alunos dos anos finais do ensino fundamental. Mas muitos outros frequentaram a instituição e cursaram o ensino superior.”
A pesquisadora contou que inicialmente o CEEJA teve o nome de Núcleo Avançado de Centro Estadual de Educação Supletiva (Naces)/Unicamp. A escola começou no barracão do Instituto de Física (IFGW) e depois foi transferida para o Ciclo Básico. Era tocada com o apoio da professora Eliane Aparecida Torres, funcionária da rede estadual paulista de ensino e funcionária da Unicamp. 
Além de o projeto ser uma reivindicação dos funcionários, expôs a mestranda, também partiu de alunos, muitos dos quais participavam de aulas com professores e estudantes da Unicamp. Foi assim que surgiu o movimento para que o projeto fosse lançado, o que veio a acontecer em 1988 mediante cooperação da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac) e da Secretaria de Estado da Educação.
Para chegar à estadualização, o caminho foi mais longo e com intensa divulgação em periódicos das empresas parceiras e da Universidade, em veículos como o boletim Unicamp Notícias, da sua Assessoria de Imprensa.
Com a Secretaria de Estado da Educação envolvida nesse projeto, foram criados ofícios e decretos regulamentando sua criação, seu quadro de professores, normas de funcionamento e currículo. “Chamei esses documentos de políticas de estadualização”, informou a pesquisadora.
Nomeclatura
O nome Naces permaneceu até 1989 e mudou para CEES (Centro Estadual de Educação Supletiva). Em 2009, foi criado um decreto baseado na LDB (Lei das Diretrizes e Bases) que alterou a denominação de Educação Supletiva para Educação de Jovens e Adultos (EJA), passando a CEEJA “Paulo Décourt”, em homenagem ao botânico, ex-professor do Colégio Culto à Ciência. O CEEJA ficou na Unicamp até 2010, no Centro Cultural de Inclusão e Integração Social (CIS-Guanabara), no bairro Botafogo, até obter sede própria no Jardim Santana.
“A escolha do nome Paulo Décourt gerou discussão com a equipe gestora. Os professores discordavam porque na verdade a escola tinha surgido na Unicamp. Mas a essa altura, a instituição já pertencia à Secretaria do Estado da Educação, e a denominação foi ratificada por decreto”, esclareceu Viviane.
Para conhecer a história do CEEJA, a pesquisadora analisou documentos da Preac, Secretaria de Estado da Educação e informativos de época. Depois analisou políticas de criação e organização institucional da educação supletiva na Unicamp. Por último, discutiu as mudanças externas e práticas internas da escola a partir dos registros de atas. A dissertação foi orientada pelo professor André Luiz Paulilo.
Funcionamento
O curso supletivo na Unicamp era gratuito e por demanda. Quando regulamentado, a presença mínima era de uma vez por mês. Os alunos iam à escola, recebiam o material didático, iam para casa, estudavam sozinhos, retornavam à escola, tiravam dúvidas com os professores (funcionários com formação acadêmica) e passavam por avaliações. “A seleção dos alunos era feita por meio de alfabetização em língua portuguesa e matemática. Só após essa alfabetização, os postulantes ingressavam no curso supletivo”, comentou Viviane.
Quando o supletivo ficava no Ciclo Básico, os alunos dividiam-se por salas de atendimento de acordo com a disciplina que estavam cursando naquele módulo, para eliminação de matérias. O atendimento normalmente ocorria no contraturno do trabalho, conforme disponibilidade dos funcionários.
Frequentavam o curso supletivo maiores de 16 anos, que operava por meio de parceria com empresas como o parque industrial de Jaguariúna. Ao ampliar sua oferta, ele também passou a atender a comunidade externa. Atualmente, há somente duas escolas de CEEJAS em Campinas: a Paulo Décourt e a Jeanette Andrade G. Aguila Martins, na Vila Costa e Silva.
A educação supletiva tem papel fundamental na formação de pessoas que não puderam fazer o curso regular, opina Viviane. Elas voltam à escola mais tarde com outras perspectivas e experiências. “Este é o primeiro passo. Depois alçam voos em cursos técnicos ou na universidade”, comemorou ela, hoje incorporada ao corpo docente do CEEJA.
“Este estudo possui um componente social e registra uma parte da memória da escola supletiva em Campinas. É curioso que ela iniciou num campus universitário e pela vontade dos funcionários. Mas já existia antes mesmo de ser oficializada. É portanto um projeto muito especial da Unicamp”, concluiu ela.
Publicação 
Dissertação: “Universidade e educação supletiva em Campinas”
Autora: Viviane Brizante Mei
Orientador: André Luiz Paulilo
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
Fonte: 



Conversando sobre Ética

ATPC 18/03/2016

Prof. Laurence Salles Coelho




 Prof. Laurence











Fotos por PC Maria Rachel Nascimento





sexta-feira, 18 de março de 2016

Atenção alunos




        Os alunos da rede estadual paulista já podem se inscrever no curso do idioma mais falado do mundo. 
        Estão abertas as inscrições para curso online de mandarim, parceria da Educação com a Universia. 
       Até o dia 4 de abril, os interessados devem preencher a inscrição no endereço:

      Após o cadastro, os alunos receberão um e-mail de confirmação. O curso será feito por meio do site da Escola Virtual de Programas Educacionais (EVESP).
      Língua oficial da República Popular da China e de Taiwan, o dialeto possui mais de 20 mil caracteres. Diferente do português, não há conjugação de verbos e os substantivos não são flexionados de acordo com o gênero. Outra diferença fundamental é a variação de tons capaz de mudar o significado completo das palavras.
     O convênio, não oneroso com a rede estadual de São Paulo, prevê ainda o ensino da língua a partir da comunicação escrita e oral dos estudantes. Em sintonia com os outros cursos oferecidos pela Educação, o foco também é o acesso a expressões culturais e a história milenar do povo chinês. Todo curso é feito na plataforma online da Universia e conta com suporte técnico.

Cursos extracurriculares online


       Além do mandarim, a EVESP mantém no ar mais cinco opções de cursos extracurriculares. Todos são gratuitos e abertos 24 horas por dia. O acesso é livre para estudantes a partir do 7º ano do Ensino Fundamental. Para efetivar o cadastro, basta informar o número do registro do aluno (R.A.). Na lista estão cursos de idiomas inglês, espanhol e Libras.





segunda-feira, 14 de março de 2016



A Equipe CEEJA Paulo Decourt parabeniza a direção desta escola por ocasião de seu aniversário.